quinta-feira, 19 de junho de 2008



Dom Rui Monteiro, fidalgo e senhor de muito poder, morador em Penaguião,
onde possuia bens e muitas terras, foi o primeiro deste sobrenome.

Servindo ao Rei Dom Afonso Henriques foi feito escrivão da Corte e
membro do Conselho Real. Seus descendentes, pela influência da família
e por
seu próprios valores participavam ativamente das Casas Reais que se
seguiram.

Dom Rui Monteiro teve seu Brasão de Armas concedido por carta em
1160.Esta mensagem foi enviada por £ili@mM.
Para ver o perfil de
£ili@mM clique em:
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Do dicionário de famílias brasileiras tenho a seguinte descrição:

"Sobrenome, primitivamente alcunha, de caráter profissional: derivado do oficial do rei, que dirige as caçadas reais (Antenor Nascentes, II,365; Anuário Genealógico Latino, IV,25). Esta família descende de D. Fernão Rodrigues Monteiro, nobre português que foi mestre da Ordem de Aviz no tempo dos reis de Portugal D. Sancho I, D. Afonso II e D. Sancho II, que reinaram de 1185 a 1248 (Anuário Genealógico Latino, I, 66). Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Antônio Monteiro, fal. no Rio, em 1643, que deixou geração do seu cas. no Rio, em 1618, com Maria Mexia, fal. no Rio, em 1642; e do Capitão João Monteiro, ouvidor geral, que deixou geração, a partir de 1642, com Margarida Cabral (Rheingantz, II,609). Rheingantz registra mais 34 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendências no Rio de Janeiro. Ainda, no Rio de Janeiro, de origem portuguesa, a família de José Monteiro, natural de Nossa Senhora das Areias, Sítio de Perdeneiras, Patriarcado de Lisboa, Portugal. Filho de João Monteiro e de Felícia dos Santos. Passou ao Rio de Janeiro, onde deixou numerosa descendência do seu cas., a 20.09/1770, no Rio, com Joana Maria de Jesus, nascida em Nossa Senhora da Conceição da Ilha do Fayal, Açores. Filha de Manuel Garcia e de Joana das Candeias. Em São Paulo, entre as mais antigas, a de Cristóvão Monteiro, que deixou geração de seu cas., com uma filha do Capitão Mor Jorge Ferreira. Segundo Frei Gaspar, já morava em S. Vicente a.1550 (AM, Piratininga, 117). Em Pernambuco, entre as mais antigas, a de Domingos Monteiro de Oliveira, nat. do Porto, filho de Agostinho de Oliveira e de Maria Monteiro. Cirurgião do 3.º Bat. do Terço de Vidal de Negreiros. Passou à Pernambuco, por volta de 1657, onde deixou numerosa descendência do seu cas. com Maria Dias Vieira, que com ele veio do Porto. Filha de Manuel Dias Vieira. Linha Indígena: No Rio de Janeiro, entre outras, a de Miguel Monteiro, que deixou geração, em 1622, com Luiza, «;índia do gentio da terra» (Rheingantz,II,613). Linha Africana: No Rio de Janeiro, entre outras, a de Manuel Monteiro, que deixou geração, cerca de 1665, com Maria Ramalho, «parda» (Rheingantz,II,612). Sobrenome também adotado por famílias de origem africana. No Rio Grande do Sul, entre outras, a família de Inácio Monteiro, «preto forro», viúvo, casado, segunda vez, em 1778, em Estreito, RS, com Inácia Maria da Costa, também «preta forra». Nobreza Titular: I - José Francisco Monteiro, foi agraciado, sucessivamente, com os título nobiliárquicos de Barão de Tremembé [Dec. 30.05.1867]; elevado a Visconde de Tremembé, por Decreto de 07.05.1887. Casado com Maria Belmira de França; II - Luiz Manuel Monteiro, foi agraciado com o título de Barão de Santa Eugênia [03.10.1889]. Heráldica: I - um escudo em campo de prata, 3 trompas (buzinas) de preto com bocais de ouro e cordões de vermelho, em roquete. Timbre: duas buzinas postas em aspa, atadas com um torçal de prata; II - Antonio Monteiro - Brasão de Armas de 30.12.1540 - um escudo com as armas da família Monteiro, descritas acima. Diferença: uma flor-de-lis verde; III - Gaspar Monteiro - Brasão de Armas de 08.10.1543: um escudo com as armas da família Monteiro, descritas acima. Diferença: uma flor-de-lis verde."